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Macapá, Amapá
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Maníaco paraense estupra afilhada de 11 anos

Foragido da penitenciária do Estado do Pará, o maníaco Marcos Antônio Cardoso, de 37 anos, foi preso em Santana, no Amapá, na noite desta quarta-feira (21) pela prática de estupro contra uma menina de 11 anos. De acordo com informações da polícia, o acusado já responde a processo por crime homicídio e tinha mandado de prisão expedido pela comarca de Ananindeua, no Pará. O estupro aconteceu na casa do infrator no bairro Novo Horizonte, zona norte da capital.

Traída pela confiança que tinha no agressor, que seria seu padrinho, A criança J. F P., de 11 anos, foi bastante violentada no interior da residência do agressor. A polícia informou que Marcos Cardoso tinha amizade com o pai e a mãe da menina. Após a consumação do estupro que ocorreu na rua Raimunda Rodrigues, no Novo Horizonte, ele fugiu em uma motocicleta para o município de Santana, mas foi preso por volta de 23h30 por policiais do Batalhão de Radiopatrulhamento (BRPM).

O pedófilo foi preso a partir de informações de sua enteada, que informou o endereço exato da casa da mãe na Avenida das Nações no bairro Hospitalidade. A menina foi deixada agonizando em uma rua no bairro Jardim Felicidade às proximidades da casa dos pais. Segundo a polícia, o criminoso demonstrou frieza no momento da prisão e se diz arrependido. Conforme relatou à polícia uma das irmãs da vítima, na semana passada Marcos havia passado a mão nas partes íntimas da criança, fato que por si só já configura crime de estupro.

A garota foi levada para o hospital da mulher onde foi submetida à cirurgia. O estado de saúde dela inspira cuidados. Ela sofreu grave hemorragia durante a conjunção carnal praticada pelo maníaco, que foi indiciado em flagrante na Delegacia de Crimes Contra a Mulher (DCCM) e seguiu para a penitenciária nesta quinta-feira (22).

Estupro de vulnerável

Art. 217-A. Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos: pena - reclusão, de 8 (oito) a 15 (quinze) anos. § 1º Incorre na mesma pena quem pratica as ações descritas no caput com alguém que, por enfermidade ou deficiência mental, não tem o necessário discernimento para a prática do ato, ou que, por qualquer outra causa, não pode oferecer resistência. Se da conduta resulta lesão corporal de natureza grave: pena - reclusão, de 10 (dez) a 20 (vinte) anos. Se da conduta resulta morte: pena - reclusão, de 12 (doze) a 30 (trinta) anos.

Mais um vigilante é desarmado em assalto

Quatro assaltantes invadiram no último sábado o prédio do almoxarifado da Prefeitura Municipal de Macapá. Um deles foi morto pelo vigilante

Na última terça-feira (20), um vigilante que não teve o nome revelado foi dominado por quatro homens armados no campos da Universidade Federal do Amapá (Unifap) e teve a arma roubada. Nos últimos meses, a vigilância privada de Macapá imbuída com o dever de evitar roubos e furtos contra o patrimônio alheio agora se tornou o alvo principal das quadrilhas especializadas em assalto. A arma de fogo usada pelo vigilante é o grande atrativo para os assaltantes. A polícia acredita se tratar de ex-detentos e foragidos da penitenciária que estariam se armando para cometer outros crimes.

O último assalto aconteceu em plena luz do dia na área interna da universidade. Os bandidos armados de faca roubaram um revólver calibre 38 e fugiram em um veículo modelo Fiat Uno, que utilizava placa “fria”. A polícia chegou a realizar diligências pelo bairro Universidade, onde fica localizado o campos, mas não foi possível prender nenhum suspeito. De acordo com a PM, a quadrilha chegou pedindo informação e em seguida anunciou o roubo. No último sábado (17), um assaltante foi morto em uma tentativa de assalto com as mesmas características.

Quatro homens tentaram invadir o prédio do almoxarifado da Prefeitura Municipal de Macapá, localizado na avenida Mendonça Júnior, no bairro Santa Rita, e foram recebidos a bala pelo vigilante. Armado com faca, um deles tentou render o vigilante Adriel França Gonçalves, de 28 anos, mas foi alvejado mortalmente. O presidente do Sindicato dos Vigilantes do Amapá (Sindiviap), Roberto Carlos Mendonça, classificou a atitude do profissional como correta para a ocasião, mas alertou que não se deve reagir quando estiver sob domínio dos meliantes.

Adriel França teria suspeitado da atitude dos meliantes e decidiu se antecipar. Ele conseguiu frustrar a tentativa de assalto contra o prédio e evitar que sua arma fosse roubada. A polícia identificou o assaltante morto como Aderlan Estefani Ramos Fonseca, de 19 anos, atingido com um tiro no peito. Os três comparsas se evadiram tomando destino ignorado após o tiro. O fato ocorreu por volta de 13h30.

Presidente em exercício Roberto Mendonça afirmou, ainda, que todos os profissionais passam por um amplo curso de formação com treinamentos que incluem técnicas de sobrevivência, exercícios para uso correto de armamento, defesa pessoal e técnicas operacionais. “Os vigilantes são altamente qualificados para defender o patrimônio e a própria vida. Se houver troca de tiros e morte do bandido, o procedimento adequado é informar ao serviço de emergência, a empresa e as polícias”, declarou.

Drama do trânsito aumenta a cada morte no Amapá


A sociedade, no início deste ano, acompanhou enternecida a tragédia que se abateu sobre a família do tenente Nascimento, do Corpo de Bombeiros. O filho Jonathan morreu atropelado por um condutor bêbado no bairro do Congós

O drama vivido pela atriz Cissa Guimarães, da TV Globo, esta semana, relembrou algumas mortes no trânsito que chocaram a sociedade amapaense nos últimos anos. Assim como a atriz, que perdeu o filho Rafael, de 18 anos, atropelado na madrugada da última terça-feira (20), muitos outros pais ainda sentem na pele a mesma angústia que sucede à perda trágica. Rafael Macarenhas morreu após ser atropelado no Túnel Acústico, da Gávea, zona sul do Rio e foi velado nesta quinta-feira (21) no Memorial do Carmo, no Caju, na zona portuária do Rio. Casos como do estudante Jonathan Casanova de Melo Sacramento, de 20 anos, ocorrido em abril deste ano, na zona sul de Macapá são relembrados a cada nova tragédia.

A sociedade macapaense, no início deste ano, acompanhou enternecida a tragédia que se abateu sobre a família do tenente Nascimento, oficial do Corpo de Bombeiros do Amapá. Jonathan, filho mais novo, morreu na noite do dia 5 ao ser atropelado por um condutor alcoolizado no bairro do Congós. O velório do estudante que ocorreu na capela mortuária Santa Rita no dia 6 de Abril foi marcado pelo clima de revolta, que cresceu a partir do momento que a polícia comprovou a embriaguez do condutor que provocou o acidente.

De acordo com a polcia, o motorista do Corsa Sedan que atropelou Jonathan seguia alcoolizado no sentido Congós-Centro e perdeu a direção três vezes, provocando três acidentes consecutivos. O automóvel foi encontrado em uma lavagem na avenida 13 de setembro, no bairro Buritizal, e o infrator Ivan Brandão da Silva, de 22 anos, dormia bêbado no banco de trás. Ivan foi submetido ao teste de dosagem alcoólica, que atestou positivo (1.19 g/l de álcool no sangue, medida considerada muito elevada). Segundo a Polícia Militar, ele infringiu, pelo menos, quatro artigos do Código de Trânsito Brasileiro, além de praticar homicídio doloso.

Homicídio doloso

Causar morte ao dirigir em alta velocidade e embriagado deixou de ser considerado crime culposo, ou seja, sem intenção de ocorrer. Pelo menos foi esse o entendimento da Justiça estadual ao julgar, até agora, dois casos envolvendo mortes nas ruas da cidade de Macapá. Em decisão inédita do Tribunal de Justiça, em julgamento que ocorreu em abril de 2010, o Ministério Público comprovou que crime praticado no trânsito nas circunstâncias em que o motorista estiver alcoolizado deve ser julgado no Tribunal do Júri, por representantes da sociedade.

O caso julgado em abril foi um duplo homicídio praticado por Lucas Melo Ribeiro, 24 anos, que, ao dirigir embriagado e ultrapassar uma preferencial na avenida Nações Unidas com a rua General Rondon, atropelou o casal Benedito Jorge Soares e Fabiane Cristina de Oliveira. O primeiro teve morte instantânea e a segunda morreu a caminho do hospital. O acidente aconteceu no dia 5 de agosto de 2006, por volta das 6h da manhã. A promotoria ofereceu a denúncia qualificando-a como homicídio doloso, devendo o réu ir à Juri Popular. De acordo com o processo, o denunciado conduzia o veículo como “senhor absoluto” da pista, em ato de exibicionismo, transformando o trânsito em via de satisfação egoística, configurando o motivo torpe, repugnante, causadora de repulsa excessiva pela sociedade.

No último final de semana, Macapá registrou quatro mortes no trânsito. Uma das vítimas foi enterrada na última segunda-feira (19). Trata-se do senhor José Vicente Senna, de 53 anos, autônomo, atropelado na manhã do último domingo (18) na rua Beira-rio, na orla da cidade. Vicente Senna foi mais uma vítima da imprudência e deixou profunda dor em seus amigos e familiares. A esposa Aldalita Siqueira o acompanhava no momento do acidente e viu de perto a tragédia. Senna foi velado na casa onde morava na avenida José Trajano de Sousa, no bairro Santa Inês, na companhia da esposa. O motorista que provocou o acidente não prestou socorro às vítimas, mas foi preso pela Polícia de Trânsito algumas depois e vai responder PR homicídio culposo. Nicolau Braga Ribeiro, 29 anos, foi indiciado, mesmo tendo negado as acusações.

No início deste ano, um veículo Siena atropelou e matou garoto de 15 anos na rua Hildemar Maia, bairro do Muca, por volta de 22 horas do dia 7 de setembro de 2009. Com o impacto, a vítima foi arremessada a um distância de cerca de 15 metros. Segundo a Polícia, o condutor Fred Lobato Cruz Neto, 21 anos, estava embriagado e dirigia em alta velocidade. Fábio Barbosa da Silva morreu na hora. Em 2009, Nelcy dos Santos Dutra, de 46 anos, tentou desviar de um monte de entulhos sobre o asfalto e acabou atropelada por uma caçamba. O condutor da caçamba depois de passar por cima do corpo da ciclista, provocando esmagamento de grande parte do corpo, não parou o veículo e foi imediatamente perseguido por uma viatura da Polícia Civil, que passava pelo local.

O fato aconteceu em frente a uma delegacia no bairro do Congós. O veículo foi interceptado há aproximadamente cem metros a diante. No instante da abordagem, o Alacid Ramos Lobato, condutor da caçamba, não habilitado, tentou correr, mas foi capturado e detido no Ciosp do Congós para os procedimentos de praxe. Nelcy morava na avenida Guajarina Mendes no bairro do Congós e seguia para o trabalho naquele momento. Ela teve o corpo parcialmente dilacerado, e o crânio esmagado. Fotos dela morta foram veiculadas em primeira página de um jornal local.

Expedição de certidão de ocorrências policiais está suspensa até 7 de agosto

Nota da Polícia Civil

Atenção

A Polícia Civil do Estado do Amapá informa a seus usuários que no período de 21 de julho a 07 de agosto, o Sistema de Ocorrência Policial (SIOP) passará por uma revisão técnica. Desta forma, a expedição de certidão de registro e a pesquisa de ocorrências anteriores estarão suspensas nesse período.
Lembramos, por meio de ferramenta alternativa, todas as unidades continuarão a realizar registro normalmente e que os registros de perdas, bem como de denúncia online continuarão a ser oferecidos no site da instituição
www.policiacivil.ap.gov.br.

Agradecemos a compreensão.

Assessoria de Comunicação da Polícia Civil do Amapá

Tocando o terror

Funcionários invadem casa de empresário em assalto e espancam empregada

Durante dois meses, José Augusto de Melo Cruz, de 27 anos, e Claudenir da Silva Rodrigues, de 23, planejaram o crime e executaram com a ajuda de quatro comparsas

A polícia ouviu nesta segunda-feira (19) a empregada doméstica espancada durante um assalto à residência ocorrido no último domingo (18), no bairro Marabaixo. Através dela, chegou-se a dois funcionários que trabalhavam a cerca de dois meses em uma empresa de mármore que pertence ao empresário Sérgio Lara dos Santos, de 40 anos, proprietário da casa assaltada. Um dos assaltantes foi reconhecido quando a empregada esteve na marmoraria para falar com o patrão. Uma criança de sete anos que testemunhou a ação da quadrilha também reconheceu o criminoso.

Segundo a polícia, um dos acusados foi quem agrediu a coronhadas na cabeça a empregada identificada pela polícia como Benedita. A residência roubada fica no loteamento Bela Ville, às proximidades da rodovia Duca Serra, no bairro Marabaixo III e foi invadida por volta de 20h. O empresário estava de viagem para Laranjal do Jarí (AP) na ocasião do assalto e foi informado por telefone sobre o ocorrido. Após a prisão, Sérgio classificou o crime como um “acontecimento triste”, que afetou, sobretudo, o fator psicológico das vítimas.

“Cara de pau”
O suposto assaltante José Augusto de Melo Cruz, de 27 anos, trabalhou normalmente na segunda-feira como se nada tivesse acontecido, mas foi preso pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) e encaminhado à seccional de flagrantes do pacoval com o uniforme da empresa, juntamente com Claudenir da Silva Rodrigues, de 23, comparsa capturado em outra diligência. Segundo informações de Sérgio, seis pessoas fazem parte da quadrilha que invadiu a residência por volta de 20h, de “armas em punho”, e fez um arrastão.

Uma senhora de idade, que prestava serviços domésticos, e uma criança de sete anos foram rendidas e humilhadas pelos bandidos. “Eu estava em Laranjal do Jarí quando recebi a notícia de que haviam entrado em minha casa e agredido a minha empregada”, declarou Sérgio. O empresário informou, ainda, que a quadrilha também invadiu a marmoraria durante a noite e quebrou vários objetos e portas.

A procura do cofre
Na casa, eles derrubaram o portão, arrombaram as portas e reviraram todos os cômodos em busca de dinheiro e jóias. “Eles buscavam um cofre que não existia”, frisou Lara. Tanto a empregada quanto a criança fizeram o reconhecimentos dos criminosos. “Eles abriram a cabeça da minha empregada de um lado pro outro com coronhadas. Ela levou 16 pontos”, conta. “Todos agiram de cara limpa”, completou Sérgio, contando que vários pertences foram levados da casa, entre eles um notebook e 200 frascos de perfume.
Trama

A equipe do tenente Rogério, da Rotam, foi quem efetuou a prisão de José Augusto de Melo Cruz e Claudenir da Silva Rodrigues. Eles foram indiciados e encaminhados na manhã de terça-feira à penitenciária. Um deles trabalhava na entrega de material e o outro fazia serviços gerais, ambos estavam na empresa a cerca de dois meses, tempo suficiente para tramar o assalto. Claudemir é natural do Afuá, no estado do Pará e residia no bairro Fonte Nova, em Santana.

A polícia fez diligências na casa dele a procura da materialidade do crime, mas nada foi encontrado. Sérgio ressaltou que teme por represália da família por isso providenciou a instalação de um sistema de segurança na casa. “Os seis entraram de arma em punho”, “Destruíram toda aporta da sala de jantar e as portas dos quartos”. Já estou providenciando a instalação de um sistema de segurança.

Crimes Insolúveis: Mortes e assassinatos inexplicáveis em Santana

Assassinos cruéis ainda estão à solta. A polícia civil destacou dois casos que comoveram a cidade de Santana e que ainda permanecem
insolúveis, um deles ficou conhecido como "crime do freezer"


A Polícia Civil de Santana ainda busca pistas e testemunhas que levem à elucidação de dois casos brutais de assassinatos que chocaram a cidade em 2006 e 2007. Quatro anos se passaram desde a morte do autônomo Antônio Pereira, de 52 anos, espancado e mutilado em um terreno baldio próximo da rodovia Duca Serra. A polícia encontrou o corpo com várias marcas na costela, rosto, cabeça e golpes de faca. Outro caso também chamou a atenção da polícia e ficou conhecido como o "Crime do Freezer".

Pelo menos três delegados já assumiram o inquérito que apura a morte do senhor Antônio Pereira desde que foi instaurado em 2008, dois anos após o crime. Ele foi morto no dia 24 de junho de 2006, mas a polícia só começou a investigar o caso na data que consta de abertura do inquérito pelo delegado José Nazareno Lobato, no dia 27 de fevereiro de 2008. Foram trabalhadas várias linhas de investigação, incluindo a de latrocínio (roubo seguido de morte), mas nenhum dos caminhos levou ao autor bárbaro e o crime continua sem solução.

Em 2008, tendo a frente do caso o delegado Francisco Sávio Alves Pinto, da 1ª DP de Santana, a polícia pediu a quebra do sigilo telefônico da vítima, passando a interrogar pessoas que tiveram contato com a vítima nos momentos que antecederam a morta. O material analisado após a quebra do sigilo revelou que a última ligação de Antônio foi para um telefone público no bairro Novo Horizonte, em Macapá, no entanto não se quem estava do outro lado da linha.

Para o delegado Francisco Sávio, que preside o inquérito atualmente, existe apenas uma certeza após dois anos de investigação. "Trata-se de um crime sem motivação". Para ele, os autores agiram pelo impulso psicopata, matando unicamente para satisfazer o desejo sádico. Sávio afirmou com veemência que não pretende arquivar este caso.

"Crime do Freezer"

Em 2007, a Polícia Judiciária se mobilizou para investigar um homicídio que ficou conhecido como o "Crime do Freezer". Segundo o delegado, várias pessoas já foram ouvidas, inclusive alguns suspeitos, mas ele alega não ter conseguido provas suficientes encaminhar o inquérito ao Ministério público. Atualmente, a polícia trabalha com a hipótese de crime passional. Sávio ressalta que a vítima foi encontrada irreconhecível no interior do freezer de sua residência no bairro Paraíso. A maior parte das agressões foi contra o órgão genital e a cabeça.

O delegado afirmou, ainda, que a vítima possuía um relacionamento amoroso com uma mulher casada e que a partir da confissão desta amante sobre o tal relacionamento, concluiu-se que o marido seria o principal suspeito do crime. Por falta de testemunhas e provas não foi possível indiciá-lo, visto que ele também nega as acusações. "Alguém sabe, alguém viu. E nós queremos apenas uma denúncia anônima para seguir com as investigações", ressalta o delegado Sávio, enfatizando que pequenos detalhes, como a placa de um suposto carro no qual teria entrado a vítima antes de ser encontrada morta, podem fazer a diferença e levar até o criminoso.

Escala de prioridades do prefeito de Santana

Nada contra o prefeito de Santana Antônio Nogueira, mas a última foi de morrer. A justiça encaminhou uma ordem de reintegração de posse a cerca de um mês ao comando da polícia. Trata-se de um terreno no Delta do Matapi, que foi ocupado por cerca de 300 famílias. A decisão da justiça de retirar essas famílias mostra que, na escala de prioridades do prefeito, o povo santanense está a baixo da merda (com perdão da palavra). É que o prefeito recorreu á justiça para expulsar as famílias porque pretende transfomar a área em uma bacia de decantação, que irá receber parte do esgoto e dos resíduos fecais do população de Santana.

Trabalhadores lutam pelo direito ao porte de arma

Projeto de lei em tramitação no Senado inclui liberação para cinco categorias

Um projeto de lei pode conceder o porte de arma para médicos peritos da Previdência Social, integrantes de carreiras de auditoria tributária, oficiais de justiça, avaliadores do Poder Judiciário e defensores públicos. A iniciativa é uma alteração do projeto idealizado pelo deputado federal Nelson Pellegrino (PT-BA), em dezembro de 2005, que previa a liberação do porte só para auditores do trabalho, categoria contemplada pela lei dois anos depois.

Um dos casos que chocou a opinião pública foi o do médico perito José Rodrigues da Silva, ex-presidente da Associação Médica de Patrocínio, de Minas Gerais, assassinado aos 61 anos, em 2007, por um gari revoltado depois de ter negada a sua aposentaria "Frequentemente, os peritos recebem ameaças de agressão, verbais e físicas, e até de morte. É uma profissão que envolve riscos, porque muitas vezes contrariamos interesses", afirma o médico Paulo Cesar de Carvalho, de Ipameri, em Goiás.

O exercício profissional das seis categorias beneficiadas é considerado perigoso. De acordo com estatísticas da Associação Nacional de Médicos Peritos (ANM), em 2008, foram registradas 102 agressões contra a categoria, uma média de duas por semana. Em 2009, 72 profissionais sofreram agressões. "Sou favorável ao porte de arma, desde que tenhamos treinamento para usar a arma", comenta Carvalho.

Para Alexandre Dias Mesquita, presidente da Associação dos Oficiais de Justiça do Distrito Federal, o oficial de justiça geralmente trabalha só e nas ruas, não sabendo quem vai encontrar pela frente. Ele também produz mandatos de extremo risco como o de busca e apreensão. "A gente só procura o apoio da polícia quando a violência já está sendo cometida", explica Mesquita, que defende a correção no Estatuto do Desarmamento, que retirou "indiscriminadamente de todo mundo, inclusive de algumas categorias, o direito ao porte de arma".

O presidente da Federação Nacional dos Auditores e Fiscais de Tributos Municipais (Fenafim), Célio Fernando, defende que o Estado tem a obrigação de fornecer aos seus servidores todos os meios necessários ao desenvolvimento de suas atividades, tanto quanto garantir-lhes as condições para a preservação da integridade física e moral. "Uma vez que as atividades de auditoria podem expor os técnicos responsáveis pelos lançamentos tributários a situações de risco de morte, a Fenafim defende que a esses seja autorizado o porte de arma de fogo", diz . Ele também acredita que o servidor que portar uma arma de fogo em razão do seu ofício deve ser habilitado a fazê-lo de forma adequada, pois, "a arma passa a ser um instrumento de trabalho".

Segundo Bene Barbosa, presidente do Movimento Viva Brasil, a liberação dos portes nada mais é que a adequação da Lei 10.826/03 (Estatuto do Desarmamento) ao resultado do referendo de 2005 e à realidade nacional, que não foi levada em conta no momento da aprovação do mesmo. "A lei mostrou-se ineficaz no combate à criminalidade e deixou desprotegido o cidadão brasileiro", afirma. "O porte de armas é uma necessidade real dessas categorias, diariamente expostas a grandes riscos."


Uso responsável da arma

"Não é recomendado que ninguém porte uma arma sem treinamento técnico específico", alerta Mesquita, da Associação dos Oficiais de Justiça do Distrito Federal, que defende a capacitação para todos os sete mil oficiais de justiça federais.

Salesio Nuhs, diretor institucional da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (Aniam), ressalta que "ao adquirir uma arma de fogo, o proprietário faz um psicotécnico e um teste prático, que servem para alertar principalmente sobre seus itens de segurança e manuseio". Ele sugere ainda a necessidade de guardar a arma em local seguro e trocar a munição a cada seis meses.

Repórter Ana Bernardes

Programa Luis Melo Entrevista

Gosto do programa Luis Melo Entrevista porque sempre a discussão é muito rica, e o que é mais interessante, as opiniões divergem sempre. Mas é nessa hora que saem os absurdos da vida, as pérolas do rádio. (Esse eu ouvi muito bem e não fiquei feliz, me incomodou muito). Um comunicador da bancada se referiu ao caso Bruno do Flamengo com a seguinte expressão: “Aquela Besteira”. Infeliz comentário, meu caro. Sua intransigência extrapolou todos os limites do bom senso.

O caso bruno chocou o país e revelou um homem capaz de tudo por seus interesses e para não ser visto como o pai do filho de uma "Maria Chuteira" (expressão da Veja). Bruno assassinou a mãe de seu filho e deu os restos mortais para os cachorros comerem. Você acha que isso é uma besteira?? E se fosse com uma filha sua?? Quantas vezes você gostaria de ver a cara deste sujeito no xilindró??? Milhares de mulhres são agredidas e outras mortas por seus companheiros no Brasil todos os anos. Que besteira diria o CB do programa.......

39 presos: Túnel é reutilizado em maior fuga da história do Iapen


Segundo um agente, o túnel tem mais de 80 metros para o lado norte da penitenciária. Extra oficialmente, as informações apuradas pela manhã apontavam para o mesmo túnel usado na fuga do mês de junho quando escaparam 15 detentos

Os trinta e nove presos que fugiram do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen) na madrugada desta segunda-feira (12) reutilizaram um túnel usado em uma fuga há cerca de um mês. O fato deixou o departamento de segurança do presídio em situação de vergonha perante a sociedade. “A minha guarnição está envergonhada”, admitiu um agente penitenciário. A maior fuga da história do Amapá mostrou que o sistema penal amapaense chegou ao nível máximo de desastre. Os relatos dos agentes na manhã de ontem (12) soaram em tom de desabafo. Para muitos, o acontecimento poderia ter acabado de forma trágica com mortos e feridos. “Os presos estão dispostos a tudo”, disse Marton, da segurança.

Segundo informações de agentes, o túnel usado para a fuga tem em torno de 80 metros ao lado de trás da penitenciária. Extra oficialmente, as informações apuradas pela manhã apontavam para o mesmo buraco usado na fuga do mês de junho quando escaparam 15 internos. O agente Marton declarou que os presos da cela 4B já vinham cavando há, pelo menos, três semanas, e que o plano teria iniciado logo após o duplo homicídio ocorrido no pavilhão Medidas de Segurança.

A fuga teria ocorrido entre meia noite de 1h30 da madrugada, mas só descoberta pela segurança por volta de 2h30 por meio de uma ligação anônima. O denunciante informou que um suposto interno estaria circulando pelas ruas do bairro Marabaixo III. A partir da denúncia, a chefia do plantão providenciou as rondas pelos pavilhões, em especial na cela onde estaria sendo custodiado o preso denunciado através da ligação. Alguns detentos se recusaram a abrir a cela, sendo necessária a quebra de algumas trancas para o acesso dos agentes.

Após a retirada dos detentos, foi contatado o túnel no interior da cela 4B, e todo o material havia sido acondicionado dentro de sacolas no banheiro e sobre as camas de concreto. Marton esclareceu que em razão de uma determinação, os agentes deixaram de ter livre acesso às celas, em função disso os presos tiveram tempo suficiente para planejar e executar a fuga. Desde 2009, a portaria foi baixada no presídio, restringindo as revistas. A partir de então, só poderiam ser realizadas através de ordem judicial.

No mesmo período desta determinação, um grupo formado por 22 agentes, conhecido como “a Equipe Charles”, foi presa através de investigação do Ministério Público acusados de tortura. As primeiras revistas teriam sido solicitadas ainda na gestão de segurança do tenente Vilhena, e também após o duplo assassinato. Porém todas foram negligenciadas. Segundo os agentes, o Iapen não reúne as condições mínimas para funcionamento. Além da falta de luminosidade, os agentes ainda convivem com os problemas de saneamento básico e a falta de armamento adequado.

Nomes

Edson Oliveira Maia, Willian Edjon Ramos Corrêa, Marlúcio da Silva Monteiro, Idelvan Rocha, Genival Moraes da Silva, Amilton Leite Pacheco, Renan César Cantuária, Ivan Wilander Coelho dos Santos, Michel de Lima, Marlon dos Santos Barbosa, José da Luz Oliveira, Nildo dos Santos, Monteiro, João Carlos do Espírito Santo Borges, Jaildo Lima Serra, Ivandro de Souza Rodrigues, Lindomar Silva de Paiva, Gildson Loureiro da Silva, Alexandre Júnior Lobato da Conceição, Adinaelson Lobato da Conceição, Adriei Monteiro da Silva, Ronan Costa Ferreira, Alonso lmeida S. Júnior, Jairo da Silva Machado, Ubaldo Mafra Jonatham Gomes Pinto, Cássio Araújo Braga, Antônio Martins Soares da Silva, Rogério Ferreira da Silva, Rosenil Ribeiro de Souza, Roberto Robson Sousa da Costa e Marcos Camões da Silva.

Buscas

As buscas foram feitas pelos agentes em veículos particulares com apoio de três guarnições do Batalhão de Radiopatrulhamento (BRPM) e uma equipe de Rotan, do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Aildo Lima Serra e Osmael Souza Figueiredo foram recapturados pela polícia em frente a uma faculdade na rodovia Duca Serra por volta de 3 horas da madrugada.

Site da Gazeta

O jornal a gazeta está com novo site. Para aqueles que não gostaram do formato e não se sentem felizes com a dificuldade de navegar pela página saibam que o projeto não é do nosso editor de artes, Marcio Bezerra. O projeto veio de fora. E para confortá-los, eu também não achei agradável. www.jornalagazeta-ap.com

DEIAI combate delitos cometidos por menores

O setor Psicossocial da Delegacia Especializada na Investigação de atos infracionais (DEIAI) comemora o trabalho de aproximadamente três anos atendendo à demanda de crianças e adolescentes autores de delitos ou em situação de risco pessoal e social.

A unidade é assistida por psicólogas, assistentes sociais e sociólogas que desempenham um papel importante de orientação e prevenção. A equipe realiza um trabalho educativo social para conter o índice de infrações. O principal objetivo é a reintegração social do adolescente em conflito com a lei, por meio do fortalecimento dos vínculos com a família e com a sociedade evitando que a violência aumente.

Os adolescentes que chegam com suas famílias são acolhidos e preenchem a ficha de triagem, na qual são feitos os levantamentos de dados, para que se verifique as necessidades e as orientações, aconselhamentos e encaminhamentos adequados ao menor. Os pais também ouvem orientações para desenvolver dentro de seus lares uma relação mais harmoniosa e lidar melhor com os adolescentes com risco de desvio de conduta, rebeldia e agressividade.

Através de palestras de conscientização nas escolas sobre furtos, abuso e exploração sexual de menores, bullying, consumo de drogas, violência, criminalidade, o psicossocial da DEIAI promove o acolhimento de várias crianças e jovens em condições de risco.

A Psicóloga Andressa Dias explica que as atividades de prevenção e orientação ocorrem de maneira eficaz e apresenta resultados positivos, diminuindo o índice de violência nas escolas, nas ruas e no ambiente familiar e traz consigo benefícios significativos para a comunidade de forma geral. “O nosso trabalho é conscientizar e orientar crianças e jovens que estão em risco, um trabalho multidisciplinar de prevenção para que o jovem não se envolva em atos infracionais. Os resultados são gratificantes, pois já diminuiu bastante a violência, recebemos diariamente convites para palestrarmos em escolas e muitos pais nos procuram também”, explicou a psicóloga.

A titular da DEIAI, delegada Izabel Cristina Lima, assumiu recentemente a especializada, e declarou que a gestão anterior já realizava um trabalho importante e muito bem elaborado e pretende dar seqüência às tarefas intensificando as atividades. “O nosso trabalho é somar, não vai ser mudado nada, vamos trabalhar agindo, dando prosseguimento para prevenir esses jovens e essas famílias”, declarou a delegada.

A DEIAI atende crianças e jovens da cidade de Macapá que estão dentro de um contexto de risco como evasão escolar, ociosidade, más companhias, usos de drogas, dentre outros. As faixas etárias são crianças e adolescentes com idades de 12 a 17 anos. Além das orientações, se necessário, os jovens também são conduzidos ao Programa Nacional de Inclusão de Jovens, o ProJovem Urbano. Assessoria de Comunicação da Polícia Civil do Amapá

Politec AP confirma paternidade criminal no Maranhão

O fato teve repercussão internacional e foi comparado com o caso de Josef Fritzl, maníaco da Áustria que manteve a filha Elisabeth aprisionada no porão da casa durante 24 anos e teve filhos com ela

A Polícia Técnico Científica (Politec) do Estado do Amapá, apresentou nesta quinta-feira, 8, laudo positivo do exame de DNA, sobre o caso de José Agostinho Bispo Pereira, do município de Pinheiro no Maranhão. Acusado de abusar sexualmente de suas filhas, 11 amostras foram avaliadas e comprovadas pela Politec que o maranhense tem 8 filhos- netos, sendo 2 com sua filha Maria Sandra e 6 com Sandra Maria.

Na região norte do Brasil, apenas Amapá, Pará e Amazonas têm laboratório de DNA. Para elucidar este caso, a Polícia do Maranhão pediu apoio à Politec do Amapá. Segundo o perito criminal, Pablo Francez, levou em torno de uma semana para concluir o caso e mais uns dias para realizar laudos técnicos. “A resposta oficial para a polícia de Maranhão foi enviada ontem (quarta-feira, 6/7) por correio. Como o Maranhão não tem laboratório de DNA, junto a este caso, peritos daquele Estado trouxeram mais 5 casos: 3 de paternidade criminal, 1 de cadáver desconhecido e 1 caso de local de crime.

O Governo do Estado viabilizou alguns equipamentos e reformou o laboratório de DNA para melhor desempenho dos profissionais ao prestar serviço à sociedade. De acordo com a diretora da Politec, Eliete Borges com a parceria da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o Governo do Estado investe na estrutura da Polícia Técnico científica, em equipamentos e capacitações profissionais. “Com a reforma do laboratório de DNA, temos mais suporte para prestar serviço à comunidade e há outros Estados, em situações importantes como esta”, completa.

O laboratório de DNA inaugurado no final de 2007 é responsável por casos de violência sexual, paternidade criminal (quando o pai estupra a filha e a engravida), local de crime e investigação de cadáver. “O primeiro caso desvendado pelo laboratório de DNA da Politec foi de estupro ao início de 2008”, lembra o perito Pablo Francez. Crisler Samara

Polícia ainda procura 12 armas roubadas de depósito

A polícia espera prender o suspeito conhecido por “Tiê” através de mandado de prisão e o motorista do veículo que deu suporte no dia do furto

Na tarde da última terça-feira (06), a polícia informou que as supostas 20 armas de fogo de diversos calibres que haviam sido furtadas de um depósito da Polícia Civil do Amapá no bairro Santa Rita foram recuperadas durante a operação no decorrer do dia. Em controvérsia a estas informações, o delegado responsável pelo inquérito, Roberto da Silva Pauxis, titular da 2ª DP, disse ontem que ainda está em diligência à procura de outras armas que não teriam sido recuperadas.

O delegado informou também que um 7º suspeito, que fugiu durante a batida da polícia em uma casa no bairro Buritizal, já está com a prisão preventiva decretada. O motorista do veículo Fiesta que deu suporte à quadrilha no dia do furto também está foragido. Entre os detidos na terça-feira, apenas dois maiores foram autuados em flagrante delito pela prática de furto qualificado. Os quatro menores, após os depoimentos, foram encaminhados à Delegacia Especializada em Investigação de Atos Infracionais (DEIAI) e devem cumprir medida sócio-educativa de internação no Centro de Internação provisória (CIP).


Segundo Pauxis, os indiciados Fabrício e Joel, até o começo da tarde de quarta (07) aguardavam decisão do juiz da vara de execuções penais para então ser encaminhados ao Instituto de Administração Penitenciária do Estado (Iapen). A polícia espera prender o suspeito conhecido por “Tiê” através de mandado de prisão. De acordo com o delegado Roberto Pauxis, devido à extensão do depósito, um levantamento minucioso ainda está sendo realizado para saber com exatidão a quantidade de armas e objetos que foram furtados. Ele contestou, no entanto, algumas informações veiculadas na imprensa e disse que notícia sobre 150 armas foi exagerada.


Entenda o caso

Segundo informações do NOI, oi depósito que funcionava em um prédio residencial na avenida Cora de Carvalho, no bairro Santa Rita, foi invadido na madrugada da última sexta-feira (02). O imóvel guardava materiais diversos como armas de fogo, motocicletas, bicicletas e eletrônicos que estão sob investigação e aguardando a conclusão dos inquéritos. De sexta-feira até a última terça, o fato foi abafado pela polícia, mas acabou vindo à tona.

A polícia iniciou a partir daí a auditoria no local e providenciou o levantamento do material para saber o que havia sido levado pela quadrilha. No final da tarde de terça, o delegado Roberto Pauxis declarou que oito pessoas estavam sob custódia aguardando para prestarem interrogatório. A quadrilha teria invadido o local pela porta da frente, que é o único acesso ao prédio. De acordo com o delegado Ernani Soares, do NOI, o vigilante que deveria está vigiando o depósito estava em sua residência dormindo.

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