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- Carlos Lima - jornalista
- Macapá, Amapá
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Central Verde é estruturada no Amapá
by Carlos Lima - jornalista
A Central Verde tem como objetivo baratear o custo da produção de hortaliças
Ellen Moura
Produtores de hortaliças, integrantes do Projeto de Horticultura da Região Urbana do Amapá, do Sebrae, fundaram a Central de Negócios de Horticultura do Amapá, denominada de Central Verde, com o objetivo de atender demandas do segmento horticultor do Estado, visando aumentar a produção para a competitividade dos produtores de hortaliças de Curralinho - Km 9, Pólo da Fazendinha, Coração e Infraero localizados no entorno de Macapá e Santana, além do Projeto Cinturão Verde do Município de Tartarugalzinho.
“A idéia da Central Verde é criar condições favoráveis para se produzir no Estado grande parte das hortaliças que são importadas de regiões distantes, o que encarece o valor do produto final”, esclarece a gestora do Projeto de Horticultura da Região Urbana do Amapá, Elisangela Ramos.
A Assembléia Geral que tratou da criação da Central de Negócios de Horticultura do Amapá, foi realizada em junho, e discutiu e votou o projeto do Estatuto Social e Regimento Interno da Central, além de eleger os membros do Conselho Fiscal e da Diretoria Executiva. Os produtores que participaram da assembléia tornaram-se sócios fundadores do projeto.
“A Central Verde tem o intuito de se tornar a fornecedora preferencial das empresas amapaenses, conquistando uma posição com diferencial no mercado”, explica a gestora Elisangela Ramos. Ela informa ainda que “com a criação da Central Verde, os horticultores se instalam como uma instituição de comercialização conjunta de hortaliças para supermercados, mercantis e outros estabelecimentos, além de possibilitar compra em conjunto de adubo e sementes, visando baixar custos de produção fazendo com que os produtos cheguem mais acessível à mesa do consumidor”, finaliza a gestora.
Serviço:
Sebrae no Amapá:
Unidade de Marketing e Comunicação: (96) 3312-2832
Call Center: 0800-570 0800
www.ap.sebrae.com.br
07/07/2009
Promotoria do Consumidor ingressa com Ação Coletiva contra a TIM
by Carlos Lima - jornalista
Com informações de Danielly Salomão
O Ministério Público do Amapá ingressou, no dia 03 de julho, com Ação Coletiva contra a operadora de telefonia TIM Celular. As reclamações são referentes aos problemas com os serviços de voz e dados prestados pela empresa.
Segundo o Promotor de Justiça André Luiz Dias Araújo, há subdimensionamento da rede da operadora em Macapá e Santana, o que resulta em dificuldades na efetivação das ligações e no acesso ao serviço de internet móvel (TIM WEB), que vêm ocorrendo desde o ano de 2008. “A Promotoria comprovou através de relatório da ANATEL que a rede da empresa não comporta o número atual de usuários, o que vem causando graves prejuízos aos consumidores amapaenses”, diz André Araújo, em exercício na Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Macapá.
Diante dessa constatação, o MP-AP pediu à Justiça que determine a suspensão liminar da comercialização de novos planos de voz e dados pela operadora, até que ela comprove a ampliação de sua rede.
Na ação, a Promotoria também pede a condenação da TIM na obrigação de indenizar em dobro os usuários pelos prejuízos e ainda a condenação por danos morais coletivos, em valores que podem variar entre 25 e 50 milhões de reais.
Por se tratar de ação coletiva, os clientes da operadora que se sentirem prejudicados pela ineficiência do serviço podem se habilitar para integrar a ação, incluindo os que já possuem ações judiciais individuais contra a empresa.
Violência no Trânsito: "Pandemônio"
by Carlos Lima - jornalista
Carlos Lima
Senado decide unificar ‘contas’ geridas sem controle
by Carlos Lima - jornalista
Fonte: Blog do Josias de Sousa
O tapete é enorme. Mas tornou-se pequeno. A sujeira vaza pelas bordas. No último final de semana, novos detritos ganharam as manchetes.
Entre eles três contas bancárias geridas pelo Senado longe dos olhos da platéia. Foram criadas em 1997, sob a presidência de ACM.
O saldo atual é de R$ 160 milhões. Essa dinheirama vem de descontos feitos no contracheque dos servidores a pretexto de bancar despesas médicas.
Só Deus sabe como vem sendo gastas as verbas. Deus e Agaciel Maia. Até março, era o todo-poderoso do Senado quem mandava e desmandava nas contas paralelas.
Havia uma comissão de 11 servidores que, em tese, deveria fiscalizar o vaivém das contas. O grupo jamais se reuniu.
Nesta segunda (6), o primeiro-secretário Heráclito Fortes, escalado para o papel de lixeiro, informou que a trinca de contas será unificada numa só.
Disse que conselho de fiscalização será “reativado”. Terá 11 integrantes. São providências complementares a uma outra, anunciada no domingo (5).
Indicado por Heráclito, o novo diretor-geral do Senado, Haroldo Tajra, prometera contratar uma auditoria externa saber o que Agaciel fez com as tais contas.
O que mais incomoda na gestão do lixo é a sensação de que o Senado faz por pressão aquilo que deixou de fazer por obrigação.
Dito de outra forma: o Senado não age por conta própria. O Senado reage às notícias acerbas que o assediam.
Caixa Escolar
by Carlos Lima - jornalista
Fonte: Ministério Público Estadual
Após denúncias de irregularidades na aplicação de recursos dos caixas escolares nos municípios do Amapá, o Ministério Público firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Secretaria Estadual de Educação (SEED). A medida visa o acompanhamento e a fiscalização dos gastos com os recursos repassados pelo Governo do Estado.
Além do Ministério Público, a aplicação dos recursos será analisada pela Auditoria Geral do estado e pelo Tribunal de Contas, instituições que também assinaram o TAC. Caberá aos órgãos , entre outras atribuições, analisar e julgar as contas dos gestores dos caixas escolares, separadas do gestor da SEED.
Entre as medidas que o Termo prevê estão a exoneração de gestores inadimplentes com a prestação de contas, a criação de um sistema informatizado de cadastro dos gestores dos caixas e a implantação de cartão corporativo para os caixas escolares de Macapá, Santana, Laranjal do Jari e Oiapoque. Os prazos de execução das normas variam de 30 a 180 dias.
O Ministério Público será encarregado de acompanhar a execução do Termo e o possível ajuizamento de ações de improbidade e de ressarcimento de danos quando não houver prestação de contas e de irregularidades na aplicação dos recursos destinados aos caixas escolares.
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