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Macapá, Amapá
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Justiça com as próprias mãos: Homossexual acusado de estuprar menino de 12 anos é espancado e morto


O comportamento do agressor não surpreendeu algumas pessoas que o conheciam. Não teria sido a primeira vez que ele se relacionou sexualmente com uma criança.

A delegada Clívia Valente, da Delegacia Especializada em Investigações de Atos Infracionais (Deiai), informou que ouvirá todas as possíveis testemunhas, incluindo a criança violentada e os policiais que atenderam a ocorrência. O menor infrator (autor do homicídio) foi encaminhado ao Juizado da Infância e Juventude, que irá decidir sobre a permanência de sua custódia. O agressor foi velado na residência da família no bairro São Lázaro e enterrado no final da tarde. O que se sabe é que o Ciro Nazareno Oliveira, 30 anos, foi assassinado depois de ser flagrado violentando um garoto de 12 anos no bairro do Trem, na madrugada de ontem (9).

O adolescente Fábio, de 16 anos, (nome fictício), acordou ouvindo choro e gemidos do irmão por volta de 4h45 da madrugada de ontem (9) dentro do kit net, onde mora com a mãe e os irmãos, na avenida, Ataíde Teive, no bairro do Trem. Conforme o depoimento à delegada, Clívia Valente, o pequeno João (nome fictício), 12 anos, estava sendo amordaçado e violentado sexualmente por Ciro Nazareno, homossexual, ocasião em que o agressor foi flagrado, hostilizado e morto a facadas e pauladas.

Perto de 5 horas da manhã, o homicídio foi registrado pelo Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciodes). Uma viatura da Polícia Militar foi designada à ocorrência e constatou que Ciro estava caído em via pública com uma facada profunda no pescoço. Segundo o Registro da Ocorrência, ele também apresentava vários hematomas pelo corpo ocasionados por espancamento. Ciro recebeu cuidados médicos no Hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu às 6 horas da manhã de ontem (9).

Nove horas antes, o agressor havia saído de seu local de trabalho (salão de beleza situado na avenida, Ernerstino Borges, esquina com rua, São José, Centro da cidade); com destino à casa de um amigo chamado “Vavá”, na mesma vila onde os adolescentes residem. Segundo a polícia, a mãe não foi localizada no momento do crime, pois não dormia na mesma residência. No apartamento de “Vavá”, Ciro e outro amigos permaneceram bebendo até altas horas.

Familiares e colegas de trabalho de Ciro contaram versões parecidas sobre o fato, mas diferentes da versão inicial da Polícia Civil. Eles relataram os fatos seguindo informações dadas pelo referido amigo de Ciro, identificado apenas como “Vavá”. A irmã do agressor disse à reportagem, que os dois homossexuais saíram juntos e abordaram os garotos em via pública, sendo que os dois jovens teriam ido espontaneamente ao kti net. No local, um dos jovens tentou roubar dinheiro de Ciro, o que deu origem a uma discussão, que acabou tragicamente.

De acordo com a delegada, Clívia Valente, em depoimento, o menor infrator disse que acordou ouvindo sussurros vindos do quarto da criança. Ao abrir a porta, viu Ciro encima das costas do irmão praticando ato sexual e ficou transtornado com a cena. Em momento algum do depoimento, o garoto falou em ter se divertido ou mantido relacionamento sexual com os homossexuais. A delegada acredita que possivelmente o agressor, sob efeito de álcool, teria visto a porta aberta e entrado para consumar o que pode ter sido premeditado. Um colega de trabalho de Ciro comentou que não se surpreende com a atitude do amigo, pois muitos foram os conselhos prestados sobre o ato criminoso que cometera ao se envolver com menores. Por outro lado, uma amiga pensa diferente e diz estar surpresa com as circunstâncias do fato.

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