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Macapá, Amapá
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Mãos no peito

Amapá talvez seja o único lugar no mundo onde o jornalista é forçado a trabalhar com mãos no peito, o único lugar onde nós trabalhamos por de trás de cordões de isolamento. Quando a ocasião é para uma puxada de saco, assessores não perdem tempo e logo trabalham para ver todos os crachás e microfones.

Atos isolados acontecem o tempo inteiro, que deixam de ser isolados. Muitas vezes, somos barrados ou não recebemos o devido respeito e a atenção do assessorado X do Y e do Z. O comportamento de algumas instituições tem que mudar para com a imprensa. Não se pode deixar que o nosso trabalho seja levado ao chão por pessoas prepotentes, que não sabem o que é jornalismo. A propósito, onde está, Sindjor, que quer receber mais não trabalha?

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Anônimo disse...

Carlos, é o Elcio Barbosa...Concordo com você em genero, número e graus, mas, detalhe, o jornalista não é mau educado ou instruído pela academia para fazer atos desaconselhaveis.
Pois, sua atuação em qualquer órgão público ou privado reflete diretamente na sua postura ética, respeito, credibilidade e conquista além de outras razões de progresso, e que venha ser útil perante a sociedade.
O jormalista é um porta voz dele e da sociedade... O bom sensu e o consensu devem sempre prevalecer em todo o tempo, tendo em vista, o sucesso do trabalho de ambos os lados.
Um abraço.

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