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Macapá, Amapá
DIRETO DA REDAÇÃO, junho de 2008 - ESTA PÁGINA NÃO POSSUI QUALQUER VÍNCULO COM O PROGRAMA ROTA 16 - msn: carloslima-dr@hotmail.com (esteja em contato com o jornalismo responsável)

Pesquisa IBOPE sobre a percepção da população em relação à a Gripe Suína (Gripe A)

Apenas 28% da população mundial está preocupada com a Gripe Suína; entre os brasileiros, 36% se declaram preocupados. 40% acreditam que o país está preparado para enfrentar o problema.

O IBOPE Inteligência, em parceria com a rede global de pesquisas Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), divulga pesquisa global sobre a percepção da população mundial em relação à pandemia causada pelo vírus Influenza A (H1N1).

O estudo ouviu 18.558 pessoas, em 19 países, sobre a preocupação com a pandemia e o quanto os governos estão ou não preparados para lidar com o risco de uma epidemia em seu país. Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bolívia, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Holanda, Islândia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia e Suíça participaram do estudo.

A pesquisa inédita aponta para a baixa preocupação da população com a ameaça da gripe suína. Na média mundial, apenas 28% dos entrevistados manifestaram estar “bastante” ou “extremamente” preocupados com a doença em seu país, o equivalente a aproximadamente um quarto da população mundial.

Preocupação brasileira

De uma maneira geral, os brasileiros não estão muito preocupados com a ameaça da Gripe Suína e, ao mesmo tempo, não se consideram particularmente preparados para uma epidemia.

Ao contrário do aferido mundialmente, não foi verificada mudança de opinião na variação das faixas etárias.

Entretanto, a premissa de que as mulheres se preocupam mais também foi constatada entre as brasileiras. O indicador de preocupação com elas foi de 43%, superando muito a preocupação masculina, confirmada por 27% dos homens entrevistados. Com relação ao preparo do país, 50% das mulheres apontam que o Brasil não está preparado, enquanto o índice cai para 45% entre os homens.
Analisadas as respostas de acordo com o perfil socioeconômico, verificou-se que os mais pobres estão muito mais preocupados. Nas classes DE, a preocupação atinge o índice de 42%, sendo reduzido na medida em que aumenta a classe socioeconômica: 37% na classe C e 27% na AB.
Em termos regionais, a população do nordeste se mostra bem mais preocupada do que as demais: 44%. No norte, os preocupados somam 34%. Já as regiões sul e sudeste apresentam índice de preocupação de 36% e 31%, respectivamente.

Nutricionistas nas escolas

Escolas da rede estadual poderão obrigatoriamente contratar nutricionistas para fazer o controle geral dos alimentos consumidos nesses estabelecimentos. É o que pretende a deputada estadual Francisca Favacho. A exigência visa melhorar a qualidade da merenda escolar ofertada aos alunos. A proposta estabelece ainda que a Vigilância Sanitária será a responsável pela fiscalização da qualidade dos alimentos.

Homenageará os advogados amapaenses

Será amanhã (11), no plenário da Assembleia (AL), a Sessão Solene, tendo como proponente o deputado Paulo José (PR). A homenagem aos advogados amapaenses será pela passagem do seu dia. Várias autoridades federais, estaduais, municipais e da Justiça do Amapá estão convidadas.

O dia 11 de agosto
É a data da lei de criação dos cursos jurídicos no Brasil e é também o Dia do Advogado. Esse dia é também conhecido como o "Dia do Pendura", uma tradição do início do século 20, quando comerciantes costumavam homenagear os estudantes de Direito deixando-os comer de graça. O dia é até hoje temido nos restaurantes, pois dizem que a tradição de comer sem pagar continuou a ser seguida. Logo após a Independência do Brasil, já se realizavam debates na Assembléia Constituinte, e depois na Assembléia Legislativa, em prol da criação dos cursos jurídicos. Em 11 de agosto de 1927 foram criados os dois primeiros cursos, um em São Paulo, outro em Pernambuco (Olinda).

Últimos dias para inscrição no Prêmio Esso de Jornalismo 2009

Jornalistas de todo o Brasil com trabalhos publicados na Imprensa ou veiculados nas emissoras de televisão brasileiras, no período entre 1º de setembro de 2008 e 15 de agosto deste ano, têm até o dia 15 de agosto para providenciar a inscrição na 54ª edição do Prêmio Esso de Jornalismo. Ao todo, estarão em disputa 11 categorias de mídia impressa, além do Prêmio Esso de Telejornalismo e do Prêmio Principal que recebe o nome do programa.

Um total de R$ 109 mil, já descontado o imposto de renda, está destinado à premiação dos vencedores. O Prêmio Esso de Jornalismo será distinguido com R$ 30 mil e o Prêmio Esso de Telejornalismo, em sua nona edição, destinará R$ 20 mil à equipe vencedora. São as seguintes as categorias da mídia impressa com seus respectivos valores de premiação: Reportagem (R$ 10 mil), Fotografia (R$ 10 mil), Informação Econômica (R$ 5 mil), Informação Científica-Tecnológica-Ecológica (R$ 5 mil), Primeira Página (R$ 5 mil), Criação Gráfica/Jornal (R$ 5 mil), Criação Gráfica/Revista (R$ 5 mil), Interior (R$ 5 mil), além de três Prêmios Regionais, no valor de R$ 3 mil cada.

O Prêmio Esso de Jornalismo manterá este ano a mesma sistemática de julgamento dos anos recentes, na qual um conjunto de cinco comissões, divididas em várias instâncias, com mais de 80 jurados, terá a responsabilidade de indicar os trabalhos finalistas e apontar os vencedores. Todos os integrantes das comissões de julgamento serão escolhidos entre profissionais seniores de alguns dos principais veículos de comunicação brasileiros, professores universitários das faculdades de jornalismo e reconhecidos profissionais da área de comunicação social.

JORNALISMO

À Comissão de Seleção de mídia impressa caberá a indicação de três trabalhos finalistas para cada categoria, os quais serão examinados posteriormente pela Comissão de Premiação, encarregada de escolher o vencedor em cada uma delas. Como nos anos anteriores, a exceção fica por conta do Prêmio Esso de Fotografia, que terá cinco trabalhos indicados pela Comissão de Seleção, os quais serão exibidos no site do Prêmio Esso para escolha final do vencedor por uma Comissão Especial, composta por 50 jornalistas, em sua maioria editores de fotografia.

Para concorrer ao Prêmio 2耀so de Jornalismo (mídia impressa) o candidato deve remeter uma ficha de inscrição disponível no site do Prêmio Esso ( www.premioesso.com.br ) juntamente com 6 (seis) originais ou de 1 (um) original e 5 (cinco) cópias do trabalho concorrente, em que estejam visíveis o nome do veículo e a data na qual foi publicado, para o endereço constante no final deste comunicado. Em caso de trabalhos publicados em jornais de formato standard, uma das 6 (seis) cópias deverá obrigatoriamente ser reduzida ao tamanho de uma folha A-3.

No caso de fotos, além das páginas do jornal ou revista, deverão ser acrescentadas seis cópias do trabalho em papel fotográfico, tamanho aproximado de 18x24cm. Trabalhos não assinados ou assinados com pseudônimo deverão ter sua autoria comprovada por carta da chefia da Redação enviada junto com o material.

A inscrição de trabalhos de Criação Gráfica e Primeira Página devem ser feitas através do envio de pelo menos um original das páginas dos jornais e revistas, além das cinco cópias restantes. O objetivo é permitir que os julgadores avaliem o trabalho exatamente como os leitores o viram, com todas as características da impressão normal do órgão de Imprensa, e não através de reprints ou cópias tratadas, em papel fotográfico ou em outro tipo especial de papel. A Comissão de Seleção poderá recusar os trabalhos que não se enquadrem nas normas de apresentação.

TELEJORNALISMO

Para o Prêmio Esso de Telejornalismo foi mantida a possibilidade de participação direta dos profissionais, admitindo-se, porém, apenas um trabalho por emissora de televisão, integrante ou não de redes regionais ou nacionais. As emissoras participantes devem possuir departamento, núcleo ou estrutura mínima de jornalismo. Já as redes continuarão a poder inscrever, por suas direções de jornalismo, um máximo de até 5 (cinco) trabalhos cada.

Será igualmente mantida no Prêmio Esso de Telejornalismo 2009 a obrigatoriedade de os trabalhos passarem pelo julgamento inicial de uma Comissão de Pré-Seleção. Só os trabalhos que ultrapassarem esta etapa serão submetidos à Comissão de Seleção que tem a dupla tarefa de indicar tanto os finalistas como o vencedor do Prêmio Esso de Telejornalismo.

Pelo Regulamento do Prêmio Esso de Telejornalismo, não serão aceitos trabalhos de cinegrafistas amadores, ainda que obtenham repercussão, nem de reportagens que não tenham sido exibidas como produto exclusivamente jornalístico.

A inscrição para o Prêmio Esso de Telejornalismo será feita mediante preenchimento de ficha de inscrição disponível no site do Prêmio Esso (www.premioesso.com.br) e sua remessa para o local determinado neste comunicado, juntamente com 6 (seis) cópias em DVD do trabalho concorrente, contendo as imagens e o som original efetivamente exibidos, sem supressões, nem acréscimos, sendo desejável, como complemento, as vinhetas eletrônicas/digitais da emissora e da rede, além das chamadas introdutórias do programa ou noticiário.

Os resultados finais do Prêmio Esso de Jornalismo 2009 e do Prêmio Esso de Telejornalismo serão anunciados durante cerimônia de premiação a ser realizada em novembro.

Justiça paralisa agressão ao Meio Ambiente em Pedra Branca


O promotor de Justiça Afonso Guimarães teve os pedidos liminares em Ação CivilPública favoráveis pelo juiz de Direito Paulo Madeira. O juiz de Direito Paulo Madeira julgou favoráveis os pedidos liminaresformulados em Ação Civil Pública (ACP) proposta pelo Ministério Público,através da Promotoria de Justiça de Serra do Navio, contra as empresasMineração Pedra Branca do Amapari (MPBA) e Anglo Ferrous.
O juiz determinou aparalisação de todas as atividades de lavra, desmatamento, deposição dematerial estéril e rejeitos numa faixa de 200 (duzentos) metros das margensdos igarapés Willian, Taboca, Sentinela, Mário Cruz e córrego Braço. Segundo a ação, esses igarapés vêm sofrendo um forte processo de assoreamentoem decorrência da deposição de terra nos seus leitos, sendo que em algunstrechos eles praticamente já desapareceram. A situação tem afetado cerca de 30famílias que tiveram de abandonar suas posses em razão da poluição das águas.
O juiz determinou, ainda, a realização de uma auditoria ambiental nos projetosde mineração das duas empresas, aplicando multa diária de R$ 50.000,00(cinqüenta mil reais) pelo descumprimento da decisão. “Tentamos em váriasreuniões com os representantes das empresas, firmar um Termo de Ajustamento deConduta para solucionar o problema, mas, não conseguimos”, explicou o promotorde Justiça Afonso Guimarães, responsável pelo ingresso da ação.
Na ação, além de resolver dos danos ambientais, o Ministério Público pretendeuma reparação pelos prejuízos causados aos ribeirinhos. Os danos ambientaiscausados pelas mineradoras podem ser vistos na internet na páginawww.youtube.com, com o título “Dano Ambiental na Amazônia”. FONTE: Assessoria de Comunicação Social

Estatística Oficial: Quem não tem um vizinho pé no saco? Perturbação de sossego lidera o ranking...

Mesmo com queda de 13% nas reclamações, essa tipificação lidera com mais de 14 mil ligações ao 190.

A cada ocorrência de perturbação de sossego atendida pela Polícia Militar, várias outras ocorrências de maior relevância deixam de ser atendidas. Nesse simples espaço de tempo entre um atendimento e outro, crimes graves poderiam ser evitados se a viatura estiver em policiamento ostensivo ao invés de estar resolvendo conflitos entre vizinhos. Estatísticas Oficiais exibem o cenário crítico de bulha social quando o assunto é “o Sossego alheio”.

De todas as ligações para o Centro Integrado de Operações de Defesa Social (CIODES), 21% delas estão relacionados a situações de Perturbação de Sossego ou Poluição Sonora. De janeiro a junho desse ano, o bairro Central é mais crítico, apresentando maior incidência de reclamações, 7% das solicitações vêm dessa região. Em 2008, de janeiro a junho, os números alcançaram o total de 16.170 reclamações dessa tipificação via CIODES/190. Na ordem de incidência estão Congós com 1.059 casos, Buritizal com 874 ligações e Perpétuo Socorro com 837. Em 2009, houve queda de 13%, com 2.113 casos a menos em seis meses.

Os dias de maior ocorrência de Perturbação de Sossego e Poluição Sonora são o sábado e o domingo. No ano passado, pouco mais de 10 mil ligações foram feitas nos finais de semana. Nesse ano, foram quase 8 mil ligações nos finais de semana. Terça e quarta são os dias de menor ocorrência. O horário em que mais ocorre perturbação é de 21 horas a 03 horas da madrugada, porém o gráfico mostra, ainda, que até as seis da manhã os índices são expressivos.

Batalhão Ambiental: Barreiras apreendem armas e carne de animal silvestre


Segundo o comandante, pelo menos 1.145 veículos foram abordados em três finais de semana. Seis pessoas foram presas.

diretodaredacao-ap.blogspot

De 13 de julho a 02 de Agosto de 2009, o Batalhão Ambiental realizou barreiras na BR-210/ no km 09 e na Rodovia AP 70 às proximidades da Casa Grande. De acordo com o comandante em exercício, Capitão Quaresma, 44 policiais participaram das operações, com apoio da Polícia Rodoviária Federal. A fiscalização resultou na apreensão de 07 armas de fogo, quase 4 quilos de Pirarucu, 61quilos de carne de animal silvestre e vários materiais sem documentação. Seis pessoas foram presas.


Segundo o comandante, 130 indivíduos passaram por revista pessoal e pelo menos 1145 veículos foram abordados. Facas, Motosserras, 38 sacas de carvão irregular e armas de calibre 12, 20, 16 e 32 foram encontradas nos automóveis. O Capitão informou que todo material apreendido sem documentação pode ser reavido pelos proprietários mediante a apresentação da devida documento. Ele disse, ainda, que a carne apreendida será avaliada e periciada por técnicos do IBAMA para que possa ser doada aos órgãos registrados no Batalhão.

O Batalhão de Polícia Ambiental divulgou também o balanço das operações realizadas no decorrer dos meses de junho e julho desse ano. O comparativo mostrou queda nas ocorrências corriqueiras relacionadas a poluição sonora. Por outro lado, ocorrências concernentes a crimes ambientais como captura de animal silvestre e poluição atmosférica tiveram aumento expressivo em Macapá.

Em junho, 246 cacos de poluição sonora foram registrados. No mês seguinte, esse número caiu para 158 casos. Nos dois períodos, entre as regiões de maior incidência ainda estão o Centro da cidade, Congós, Buritizal, Santa Rita, Laguinho e Perpétuo Socorro. No geral, as ocorrências ambientais atendidas pelo Batalhão somam o total de 676 desde o início de junho até o final de julho. Casos de desmatamento tiveram acréscimo considerável em julho, 11 casos graves foram registrados.


Além de ocorrências ambientais, em dois meses, o batalhão também atendeu 37 solicitações policiais de naturezas diversas: vias de fato, acidente com vítima, agressão física, maus tratos, danos materiais e algumas infrações no trânsito. O resultado desse balanço mostra que o Batalhão Ambiental atendeu 50% a mais de casos fora de sua atribuição legal. Algumas situações de furto, Ato Infracional, Perturbação do Sossego e ameaça, também foram verificadas.

Nota de Repúdio (Ass. de Cabos e Soldados da PM e BM-AP)

Fonte: Alcinea-cavalcante.blogspot

A Associação de Cabos e Soldados da Polícia e Bombeiro Militar do Amapá vem a público repudiar a atitude do nobre vereador Aldrin do PDT-AP, pois no último dia 04 de agosto de 2009, durante sessão da Câmara de Vereadores de Macapá que votaria o veto do Prefeito sobre a lei que alterava o horário de funcionamento de bares, boates e similares da cidade, expressou-se da seguinte forma sobre os policiais militares da PM-AP, ele nos classificou, generalizando a categoria de Policiais Militares, como sendo “vadios”, temos certeza que esse pensamento não representa os dos demais vereadores daquel a Casa de Leis, assim como não representa o pensamento da sociedade amapaense sobre o papel desempenhado pela briosa Polícia Militar do Amapá.

Segundo a Constituição Federal no artigo 144, parágrafo 5°-às policias militares cabem a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública; vejam bem, nós trabalhamos em regime de escala ordinária, de 12h de serviço diurno, por 24h de descanso e 12h serviço noturno por 48h de descanso, ou 6h diariamente de segunda a sábado, sendo que durante nosso período de descanso concorremos a escalas extraordinárias, bem como a formaturas militares e atividade física militar, somos funcionários públicos, com uma diferença, somos regidos por legislação específica, podemos ser responsabilizados por nossos atos através de legislação penal e penal militar, para nossa legislação somos policiais 24h em serviço ou não.

A lei de Contravenções Penais (Lei 3.688 de outubro de 1944)- específica a Vadiagem em seu artigo 59, segundo ela “o individuo VADIO está entregue à ociosidade”, esse com certeza não é o nosso caso.Trabalhamos embaixo de sol e chuva, diuturnamente, durante o período carnavalesco, festas juninas, durante o período da Expo-feira e operação Papai Noel, além é claro de outros eventos que somos convocados para propiciar segurança a nossa população, não estamos de forma alguma reclamando das atividades que desempenhamos, pois servimos nossa Instituição e o povo do Amapá com maior orgulho e dedicação.

A atividade policial militar é árdua e pouco valorizada, contudo, juntamente com o Corpo de Bombeiro e trabalhamos 24h por dia, somos umas das poucas Instituições Públicas que a qualquer momento do dia ou da noite o cidadão pode encontrar mesmo que precariamente trabalhando. Por várias vezes saímos de nossas casas para trabalhar sem saber ao certo se voltaremos com vida, deixamos nossos familiares inseguros para dar segurança a nossa população. Com certeza se alterarem os horários de funcionamento de bares, boates e similares nós estaremos lá para propiciar segurança a comunidade, pois esse é nosso papel constitucional.

Merecemos respeito, se não nos valorizam ao menos nos respeitem, somos pais e trabalhadores que estamos lutando pa ra garantir o sustento de nossas famílias.CB PM Adilson Ferreira CostaPresidente da Associação de Cabos de Saldados da PM e BM-AP

Aprovado debate sobre o piso salarial dos professores

A Comissão da Amazônia aprovou nesta quarta-feira (5) o debate sobre o piso salarial dos professores e transporte escolar na Amazônia, proposta da deputada Dalva Figueiredo. O requerimento apresentado pela parlamentar também solicita a realização de um seminário sobre o mesmo tema no estado do Amapá.

Segundo Dalva Figueiredo, essa discussão será importante para a educação porque discutirá o novo piso salarial e a situação dos professores, em especial, da região amazônica. Para ela, o novo piso aprovado pelo Governo Federal “reconhece a importância dos professores da educação básica, valorizando a profissão e a luta por dignidade e melhores condições de trabalho”, afirmou.
Simpósio da Amazônia – A deputada Dalva foi indicada pela Comissão para coordenador a etapa estadual do III Simpósio Amazônia: Desenvolvimento Sustentável e Mudanças Climáticas, que será realizado pela Câmara em outubro deste ano. A etapa estadual irá levantar demandas para o simpósio nacional e acontecerá no dia 28 de agosto na Assembléia Legislativa do Amapá. (Da assessoria)

Alvará de Funcionamento

Prefeito está do lado da razão, não se pode cobrar dos menos favorecidos e deixar os grandões da economia isentos! Parabéns ao Roberto, que promete lacrar os bancos com cadeados e correntes...somente aqueles que não pagarem Alvará de Funcionamento! Palavas do prefeito: As vezes é preciso dar uma de maluco!"

Charlinho Chelala “A Magnitude do Estado na Socioeconomia Amapaense”


Na próxima sexta-feira, 07 de agosto, no auditório da reitoria da Unifap, às 19 horas, o economista Charles Chelala fará o lançamento do livro “A Magnitude do Estado na Socioeconomia Amapaense”, obra que resume dois anos de pesquisa sobre o tema no Mestrado em Desenvolvimento Regional da UNIFAP.
O estudo partiu de uma curiosidade surgida da expressão comum que descreve o Amapá como uma “economia do contracheque”, em alusão à forte presença do setor público na economia local. Apesar dos sinais evidentes do peso do Estado na economia amapaense, pouco se pesquisou ou se publicou sobre o assunto.
No livro são abordados alguns momentos históricos em que se fez marcante o papel do Estado no Amapá, como na defesa e ocupação em suas origens; na interação com empreendimentos privados na época de Território Federal e na atualidade, com os regimes aduaneiros especiais e na atuação diante da economia mineral.
Na obra são pesquisadas oito dimensões de manifestação do Estado na socioeconomia, por exemplo: o percentual da administração pública no PIB, a quantidade de servidores públicos, as despesas de pessoal, o gasto público, entre outros itens. O Amapá foi comparado aos outros ex-Territórios Federais, ao Distrito Federal e a mais três estados, além de cotejado com a média geral do Brasil.
O resultado obtido no livro revela que o Amapá é a unidade da federação brasileira na qual é maior a presença do Estado na economia, seguido de perto pelo DF e, um pouco mais distante, por Roraima e pelo Acre.
O livro de Charles Chelala é uma contribuição para a compreensão dos aspectos centrais da economia do Amapá, sendo útil a todos que se interessem pelo tema.

"FICHA SUJA"

Carlos Lima

Ao final da reunião, o Juiz concedeu entrevista ao Jornal A Gazeta. Em meio ao seu pronunciamento, citou que o motorista que for pego dirigindo embriagado irá sofrer um processo criminal e consequentemente ficará com a ficha suja. Despojado, o juiz alertou que o cidadão com ficha suja não consegue emprego em lugar nenhum tampouco fazer concurso público. Sorrindo Marconi comentou que ficha suja mesmo só na Política. "NA POÍTICA TEM MUITO FICHA SUJA DR.?" interrompi. O DR. muito Abismado ao ver que estava sendo gravado, soltou apenas um: "AVE MARIA..! seguido de expressiva vermelhidão e a mão no gravador...

CAÇA e CAÇADOR

Carlos Lima




Sem dúvidas, é pelo bem do povo! Acabou agora a pouco (10h da manhã de quarta-feira 05), uma reunião entre o prefeito de Macapá Roberto Góes, o Procurador Geral do Município, Vicente Cruz e o Juíz Marconi Pimenta. A Pauta principal foi a situação do trânsito em Macapá, sobretudo, no que concerne às campanhas educativas. Algumas medidas para melhorar a vida do morador da zona norte também foram colocadas em discussão como a criação de uma passarela semelhante a que atravessa a rodovia JK (UNIFAP). A CAÇA E O CAÇADOR de braços dados pelo bem estar da população.

UTI da Pediatria: Criança de 2 anos morre 3 dias após envenenamento

Liliane deu entrada no HE na sexta a noite e foi transferida para UTI do Hospital de Pediatria, mas não resistiu.

Após dois dias de internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Pediatria de Macapá, uma das crianças que sofreu envenenamento na última sexta-feira (31) acabou morrendo na tarde de segunda (03). Liliane Ketelin Tolosa de Brito, 2, e seus quatro irmãos foram envenenados acidentalmente com uma substância química pesticida. A menina veio transportada de helicóptero do município de Cutias do Araguari a cerca de 80 km de capital e deu entrada no HE ainda na sexta a noite junto com um bebê de 8 meses, ambos em estado grave. Já em observação no Hospital da Criança, ela teve uma parada cardiorrespiratória e morreu.

A mãe muito abalada relatou apenas que ao chegar em casa, alguns estavam caídos e outros passando mal. Daniele Tolosa da Silva, de 17 anos, Danilo Tolosa de Morais, também com 17 anos, e Darlene Tolosa, de 9, chegaram ao Hospital de Emergência apenas com desconfortos gastrointestinal e mal estar. As duas crianças menores foram transferidas no sábado (1) para o Hospital de Pediatria. Kletelin morreu por volta de 16h30.

De acordo com informações da Diretoria do Hospital de Emergência, o envenenamento foi provocado por um composto líquido diluído em água pelo tio das vítimas. Ele teria preparado o veneno, mas num descuido deixou na cozinha da casa ao alcance das crianças. A mais velha, Daniele, de 17 anos, confundiu o líquido incolor com água, e preparou a sopa ingerida pela família.
Segundo informações do hospital da criança, o estado de saúde do Kael Júnior, de oito meses, é estável, mas ele ainda corre risco de morte. Há pelo menos dois meses, outro caso de envenenamento acidental tendo uma criança como vítima ocorreu no Estado do Amapá. Dessa vez, o incidente aconteceu na comunidade na comunidade de Nossa Senhora dos Remédios, no km 9 da BR-210. Uma mulher, de 23 anos, e os seus dois filhos, Jeferson e Jackson da Silva Mineiro passaram mal depois de ingerir carne preparada acidentalmente com pesticida. O Jackson, de 7 anos, não resistiu e morreu no Pronto Atendimento Infantil (PAI).

“VADIOS!” Tiro no pé!

O reboliço da semana ficou por conta do vereador Aldrin. Como bom leigo inconseqüente, o parlamentar disse que a Polícia Militar é VADIA e ainda defendeu o projeto da LEI CACHAÇA de autoria do vereador Luizinho. Como dizia jornalista Haroldo Santos, o plenário de uma casa de leis não é a escolhinha do professor Raimundo. TEM QUE SABER O QUE FALAR!

Um adestrador da Polícia Civil diz que os Cães de faro não são viciados em droga. "Isso é lenda urbana!", diz.


Um cão pode ser empregado em diversas situações operacionais da Polícia Civil, Militar e da Guarda do Município. Ele pode ser treinado como um cão de faro, que atua na busca por narcóticos (drogas), artefatos explosivos e munições, ou ainda para ser um cão patrulheiro, que faz acompanhamento durante patrulha. Alessandro é Policial Civil e especialista em adestramento de cães. Ele disse que os animais que atuam na busca por drogas não são viciados como muita gente acredita. O policial garantiu que tudo não passa de lenda urbana e mito. Matéria completa, na edição de domingo (02) de A Gazeta.

Flagrante: DTE deflagra mais uma operação no combate ao tráfico

Jesus Alves acabou atrás das grades por ter sido flagrado com 31 papelotes de Maconha, uma pedra de 25 gramas de Crack e mais 32 cabeças da mesma droga em sua casa.

A Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), sob a titularidade do delegado Sidney Leite, conseguiu prender em flagrante mais um indivíduo acusado de tráfico de Entorpecentes. A prisão ocorreu por volta de 10 horas da manhã de ontem (31) na Avenida Castro Alves, Centro do município de Santana. Com ele várias porções de maconha e crack foram apreendidas.
Traficante
Jesus Alves dos Santos, de 25 anos, é conhecido da Polícia Civil por ser um dos maiores e mais conhecidos traficantes daquele município. Por diversas vezes, Jesus conseguiu escapar das garras da polícia por ter uma visão privilegiada de quem entre e quem sai da comunidade onde trafica. De acordo com o delegado Sidney, esse homem vinha sendo investigado e observado constantemente pela Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes.
O delegado Sidney Leite disse que Jesus é conhecido há muito tempo como traficante, mas por muitas vezes conseguiu fugir das operações da Polícia Civil. “Eles costumam se colocar em posição estratégica, por isso é comum nós apreendermos às vezes somente a droga, ou em outros casos, encontramos somente os traficante, sem a droga. Não é fácil encontrar traficante e droga juntos”, explicou Sidney.
Atividade rentável
Dessa vez, Jesus acabou atrás das grades por ter sido flagrado com 31 papelotes de Maconha, uma pedra de 25 gramas de Crack e mais 32 cabeças da mesma droga. Além desse material, os agentes encontraram uma balança de precisão e certa quantia em dinheiro. Nessa apreensão, a quantidade de droga se vendida renderia, pelo menos, R$ 1.000, 00 (Mil reais) ao traficante. Ele é considerado um indivíduo perigoso, já responde por um homicídio e, segundo delegado, precisa ser reeducado. “Agora ele será indiciado e vai ser conduzido ao IAPEN”, finalizou Sidney.

Pequenos empresários montam rede de minimercados no Amapá

Pequenos empresários de Macapá, capital do Amapá, se unem e montam uma rede de minimercados. Com o associativismo, as empresas cresceram e o faturamento dos negócios aumentou. Esses pequenos comércios não tinham infra-estrutura nem organização suficiente para receber a clientela. Até que o Sebrae reuniu 16 empresas no Projeto Desenvolvimento de Mercantis'.

"Foi um projeto que teve um resultado significativo porque houve uma mudança conceitual dentro das pequenas empresas que trabalham com comércio varejista, principalmente de alimentos," diz o superintendente do Sebrae no Amapá, João Carlos Alvarenga.

A maior conquista do projeto é a criação da Rede Unidos. Uma central de negociações que mudou a gestão dos 16 mercadinhos. Separados, eles são comércio de bairro. Juntos, são uma grande rede que negocia coletivamente promoções, campanhas publicitárias e principalmente a compra de estoque. O modelo reduz custos. "Nós temos uma economia de aproximadamente 40 mil por mês," diz Moisés de Oliveira, dono de uma rede de mercadinhos.

O empresário José Maria Torres de Almeida começou o negócio sozinho. "Eu vendia, fechava a loja e ia fazer compras. Perdia muito tempo com a loja fechada porque ia de bicicleta, aí demorava muito tempo para chegar, para abrir o comércio de novo," diz o empresário.

O crescimento foi natural, mas desorganizado. A disposição dos produtos nas prateleiras confundia os clientes. E os congelados eram guardados de qualquer jeito. "A gente procurou o Sebrae, que mandou uma consultora para dentro da loja e deu curso para os funcionários, com isso melhorou muito mais".

O empresário fez todos os cursos de gestão oferecidos pela Instituição. Depois de quatro anos do início do projeto, o espaço físico do mercado aumentou. E a quantidade de funcionários também. "Meu faturamento dobrou com esse projeto," conta.

O empresário não gasta dinheiro com uniformes. As roupas dos funcionários dos mercados da Rede Unidos foram patrocinadas por dois fornecedores. As cores dos uniformes e da fachada das lojas são padronizadas.

José Maria de Almeida também economiza nas compras. A rede faz negociações de 15 itens, como leite, feijão e óleo. Por quinzena, chegam às lojas do grupo 1,6 mil fardos de açúcar e mil caixas de café. O desconto médio obtido é de 3%. O Sebrae orientou o empresário a investir na fidelização dos clientes.

"O mercado tem o próprio cartão de crédito. Os clientes podem comprar em duas vezes sem juros e pagar a primeira parcela depois de 40 dias. É assim que a empresa segura a clientela e fortalece o comércio de bairro. 400 cartões já estão em circulação e hoje representam 5% do faturamento," diz Gustavo Gonçalves, do Macapá.

"Se não fosse o cartão, eu perderia os clientes que não podem comprar à vista". "Quando você está sem dinheiro, vem aqui faz a sua compra normal, ainda tem o parcelamento né, então eu acho uma grande vantagem," diz a cliente Jordana Alves.

Este outro mercadinho também tem cartão de crédito. Ele é usado em 10% das vendas. O empresário Manoel Barros tem uma história de sucesso para contar. Há 17 anos, quando abriu o mercado, vendia só quatro itens. Agora oferece 5 mil produtos diferentes. A estratégia é não deixar o cliente sair de mãos vazias.

"Ele leva tudo que está precisando. Se está precisando de cinco, chega aqui e tem só dois, ele deixa de levar esses dois para procurar num outro concorrente," diz o empresário Manoel Barros.

As consultorias do Sebrae mudaram o mercado. O empresário caprichou na exposição dos produtos. Existe uma estante com artigos só para os homens. Alguns itens estão mais próximos. O coador fica junto com o café. O molho está ao lado do macarrão. "Está tudo aproximado, uma meradoria da outra. Aí ele lembra que tá faltando aquele item na casa dele," diz o empresário Manoel.

A compra coletiva reduz os custos em 5%. O desconto é repassado automaticamente para os clientes do mercado. Assim todos se beneficiam. Manoel Barros aponta outra vantagem em participar da rede.

Quando tem uns produtos que tão assim perto de vencer, em um mês, dois meses, e você vê que não vai conseguir vender nesse espaço, a gente divide com os colegas da rede. O mercado de Manoel de Barros vai crescer até o fim do ano. Vai ganhar uma padaria e um açougue. Agora a meta do Sebrae é ajudar os outros mercadinhos do Estado que não participam da rede.

Isso aí serve até de incentivo e de exemplo para que outros possam vir conosco, possam participar do projeto e ver que esse projeto tem futuro, que pode dar resultados muito bons e ajudar o desenvolvimento dos minibox, das mercearias do Estado do Amapá.

Serviço: Sebrae/AP - (96) 3312-2838
Rede Unidos Novo Horizonte (Central de Negócios) - (96) 8126-6695
Casa Novo Horizonte (minimercado) - (96) 3222-6774
Mercantil Barros (minimercado) - (96) 3241-2029

Ministério Público intermedeia reivindicações de empreendedores informais

Os empreendedores informais removidos para a Feira Popular querem participar das discussões que definiram os critérios de escolha para a ocupação do local.

Dione Amaral

O Ministério Público, representado pelo procurador-geral de Justiça, Iaci Pelaes, e pela chefe de Gabinete, promotora Maricélia Assunção, recebeu, na tarde dessa quinta-feira, 30, representantes dos trabalhadores informais e secretários municipais de Macapá. A pauta tratou da reivindicação de soluções para os camelôs não beneficiados com a Feira Popular instalada na avenida Antônio Coelho de Carvalho.De um lado, estavam o Sindicato dos Trabalhadores Autônomos do Comércio Varejista do Estado do Amapá (Sintacovap) e a Associação dos Trabalhadores Autônomos informais e microempresários do Estado (Astracime).

Representando a Prefeitura, estavam as Secretarias de Desenvolvimento Econômico, Secretaria de Manutenção Urbanística, Secretaria de Assistência Social e do Trabalho, Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitacional e a EMTU (Empresa Municipal de Transportes Urbanos). Reivindicação Após a remoção dos ambulantes das calçadas da Cândido Mendes e a remoção para a Feira Popular, a preocupação do Sindicato é com os vendedores que não foram beneficiados com um espaço no local. “Nós não somos contra a organização da cidade, mas só queremos que essa organização seja planejada e que contemple a todos”, disse o presidente do Sintacovap, Jorim Leal.

Uma segunda reclamação do Sindicato é a proibição de venda de comidas típicas e lanches na Feira Popular, fato que prejudicou os ambulantes que sobrevivem dessa comercialização. O secretário de Desenvolvimento Urbano, Alessandro Tavares, justificou as medidas emergenciais em relação à instalação do espaço. “Atendendo à recomendação do Ministério Público e às nossas limitações orçamentárias, nesse momento não é possível atender a pedidos, como instalação de banheiros químicos, de tomadas e outras, mesmo porque se formos analisar era algo que eles não tinham na rua, mas reforçamos que o espaço é provisório, destacou.

Segundo a secretária municipal de Assistência Social, Hécia Souza, existem 112 espaços na Feira Popular; destes, 80 já estão ocupados e sete estão reservados para as famílias que estavam cadastradas, mas que ainda não se alocaram no espaço. Para os demais boxes, está sendo feito um estudo de investigação para remanejar aqueles empreendedores que comprovarem ser informais. “O critério de escolha dos ambulantes se deu a partir do cadastro realizado nos anos de 2006 e 2007”, explicou a secretária.

O Ministério Público do Amapá marcou para o mês de agosto uma próxima reunião com o grupo para receber as propostas reivindicadas pelo Sintacovap e Astracime. Em seguida, o documento será encaminhado à Promotoria de Justiça do Meio Ambiente, Conflitos Agrários, Habitação e Urbanismo de Macapá (Prodemac). “Nosso papel é promover o diálogo entre as instituições e assim chegar a entendimentos que possam beneficiar a sociedade em geral”, finalizou o procurador-geral de Justiça, Iaci Pelaes.

Incrível!!!

Gente, sem dúvidas vale a pena esperar carregar este vídeo!!!

Este homem trocou tiros com a Polícia e levou duas balas no peito e uma na perna. Como vazo ruim não quebra fácil, ele saiu da UTI no mesmo dia... Isso realmente é incrível!
A primeira reação de algumas pessoas diante de histórias como essa é dizer que se fosse um Trabalhador, o desfecho poderia ter sido diferente e fatal, não do ponto de vista da ação da polícia, mas pelo fato de que talvez não tivesse tanta resistência a dois tiros perto do coração...

Violência Contra a Mulher

Mais de 5 mil casos só na capital do Estado



No primeiro semestre de 2009 (janeiro a junho), 5.174 casos de violência doméstica foram registrados pelo 190. A estatística revela que grande parte ocorre no período entre 18 e 4 horas a madrugada. Esse estudo feito por um órgão integrado de defesa social de Macapá também mostrou que “Domingo é o dia da Violência Contra a Mulher”. Embora a expressão pesada, é a realidade exibida em números. De acordo com o gráfico apresentado, 29% das ligações ocorrem nesse dia. 33% das mulheres têm entre 35 e 64 anos de idade, 24% têm entre 18 e 24 anos e 6% têm entre 12 e 17 anos. O estudo aponta, ainda, que 34% dos agressores são de faixa etária que vai 35 e 64 anos e 27% têm entre 18 e 24 anos. Em 18% dos casos, o covarde não é encontrado no local da ocorrência. (Dados do CIODES)

Museu Histórico Joaquin Caetano da Silva


Em 4 meses, foram quase 5 mil visitas!

Essa vem da Panela

Está todo mundo querendo saber quem é essa figura conchecida em Macapá dando essa humilde carona ao Traveco. A foto deu o que falar, mais pela empolgação do amigo ao lado direito. rsrs

Policial Civil mata ciclista e foge em alta velocidade

O acidente ocorreu às 17h20 na rodovia JK às proximidades do Parque Zoobotânico da Fazendinha.

Segundo informações do CIODES e da Guarda Municipal, o condutor da Frontier estava embriagado. Todavia, testemunhas afirmam que a vítima trafegava na contra mão de direção. O resultado da imprudência e do desrespeito às normas de trânsito não é bom para nenhum dos envolvidos. O condutor acabou preso em flagrante delito, e o ciclista morreu na hora com o corpo totalmente fraturado.

Rui Guarani dos Santos Neves, de 27 anos, foi atropelado por uma Frontier Preta de NER6676 dirigida pelo POLICIAL CIVIL João Oliveira dos Santos, que fugiu do local do acidente, mas foi preso em flagrante minutos depois na 7ª Avenida do Congós. O fato ocorreu às 17h20 na rodovia JK às proximidades do Parque Zoobotânico da Fazendinha. Rui Guarani morreu na hora com várias fraturas pelo Corpo e alguns órgãos internos expostos.


Segundo informações da Companhia Independente de Transito (CITRAN), o Policial Civil João Oliveira estava com claros sintomas de embriagues, mas se recusou a fazer o teste do Etilômetro. Todavia testemunhas disseram que a vítima trafegava no sentido Fazendinha Macapá, na contra mão de direção. Após o atropelamento, João fugiu e foi perseguido por uma viatura da Guarda Municipal, e detenção ocorreu no Congós. O infrator foi conduzido em seguida pela guarnição do sargento PM Manoel Raimundo acionado pelo CIODES.


O Policial foi autuado em flagrante delito pelo delegado Flávio Roberto no CIOSP do Congós e aguardou a transferência para o Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (IAPEN). Rui Guarani dos Santos Neves trabalhava no Ceta Ecotel e tinha 27 anos. Segundo estatística oficial, mais de 3mil acidentes já foram registrados em Macapá. Até junho, 728 choques envolveram dois ou mais carros, 42 envolveram carro e bicicleta e 269 envolveram carro e moto. Mais da metade dos acidentes ocorre nos finais de semana (sexta, sábado, domingo e madrugada de segunda). Rui é a 52ª vítima fatal em todo o Estado do Amapá.

Ausência de delegados


Polêmica em torno da Polícia Civil do Amapá


Na última terça (21), a delegacia do Pacoval estava sem plantonista durante apresentação de presos pela PRF.






Uma prisão efetuada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) rendeu polêmica entre Delegacia Geral de Polícia, Sindicato dos Policiais Civis do Amapá e imprensa local. Um dos motivos tem a ver com a falta de delegados nos dois CIOSP (Congós e Pacoval) no momento da apresentação dos presos, por volta de 12 horas. Outra polêmica gira em torno de uma suposta liberação desses presos na delegacia do Pacoval. De acordo com um veículo de imprensa local, os três homens presos de posse do dinheiro roubado e das armas de fogo teriam sido liberados por ausência do delegado. A informação é desmentida pelo Delegado Adelton Gomes, da Delegacia de Trânsito, que diz ter instaurado o inquérito e mandado todos ao IAPEN.

O que fazer?
Sobre a falta de delegados, o sindicato acredita que os agentes não podem receber flagrantes na ausência dos plantonistas. Já o Delegado Geral afirmou publicamente que os agentes precisam receber o preso em situações como essa.
Por volta de 9h30 da manhã de terça-feira (21), numa ação rápida, os três homens abordaram um caminhão da empresa Liquigás no município de Porto Grande e levaram quase 6 mil reais. Cerca de uma hora depois, eles foram encontrados por equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no km 34 da BR-156. A quantia roubada (quase seis mil), duas armas de fogo, munição, capuz e outros materiais estavam de posse da quadrilha num Fiesta Prata.
O bom senso
Para o sindicato dos Policiais Civis do Amapá, os agentes poderiam responder por abuso de autoridade se mantivessem pessoas encarceradas sem análise do flagrante, que só pode ser feita pelo delegado de plantão. O sindicato alega, ainda, que há problemas de administração dentro da Polícia Civil do Amapá, já que o delegado escalado para o Plantão no Ciosp do Pacoval ficou doente, e não houve substituição.


Por volta de meio dia, os três assaltantes foram levados da base da PRF até o Ciosp do Pacoval por uma equipe de Polícia Rodoviária, apoiada pelo Batalhão de Operações Especiais (BOPE). Mas como o delegado Ernando Rosa, escalado para o plantão, havia ficado doente, não havia delegado plantonista para fazer a análise do caso. A PRF conduziu a quadrilha para o CIOSP do Congós, mas esbarrou no mesmo problema.
Permanecem no IAPEN
Segundo Informações do delegado Adelton Gomes, titular da Delegacia de Trânsito, todos os três integrantes da quadrilha foram autuados em flagrante por ele, quando assumiu o plantão no CIOSP do Pacoval por volta de 15 horas da tarde. Nessa ocasião a a quadrilha retornava do Ciosp do Congós. Até ontem (23), segundo informações do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (IAPEN), tanto o Flávio quanto o Carlos e Cleoson estavam presos naquela casa penal.

Sebrae abre inscrições para o 1º Prêmio Amapá Design

O prêmio é a oportunidade para estudantes e profissionais de design, bacharelado ou técnico, arquitetura e artes plásticas de todo o Brasil. Eles poderão apresentar seus projetos inovadores de design para os setores moveleiro e artesanato.

Denyse Quintas

A partir do dia 3 de agosto, o Sebrae abre inscrições para o 1º Prêmio Amapá Design. O objetivo é estimular a criação com inovação e soluções práticas e eficazes em novos projetos no mobiliário e no artesanato do Amapá, incorporando tecnologias com vantagens competitivas para as empresas, como otimização de processos, economia de recursos e eliminação de desperdícios com captação de idéias de novos talentos em todo o território nacional.

A inscrição é gratuita. O projeto deve ser entregue, juntamente com a ficha de inscrição disponibilizada no site www.ap.sebrae.com.br, no endereço da Sede do Sebrae, na Unidade de Acesso a Estratégias Competitivas, Inovação e Tecnologia, na Avenida Ernestino Borges, 740, CEP 68.098-198, Laguinho, Macapá, Amapá, até às 18h, do dia 30 de setembro, data limite para a postagem.

Segundo a gestora de Inovação e Tecnologia do Sebrae, Rejane Reis, o candidato, no ato da inscrição, deverá apresentar envelope lacrado sem identificação, contendo apenas o endereço destinatário, no formato A4 contendo ficha de inscrição devidamente preenchida e assinada, anexando cópia autenticada da última matrícula do ano em curso (2009). “A iniciativa pretende aproximar os profissionais das pequenas empresas e contribuirá para a disseminação da importância do design e criação de oportunidades de negócios”, disse.

Os trabalhos classificados, finalistas e vencedores serão expostos na Feira do Empreendedor de 2009 do Sebrae no Amapá.

Projeto Rondon está na cidade de Caturité

Ellen Moura

A população do município de Caturité, localizado na Região do Cariri Oriental do Estado da Paraíba, está otimista pela presença do Projeto Rondon. Na cerimônia de abertura, que aconteceu na última segunda-feira, dia 20 de julho, na Câmara Municipal, foram apresentadas as duas equipes à população e lideranças políticas da cidade.

O prefeito José Gervasio da Cruz e a presidente da Câmara, vereadora Maria das Dores Ferreira, falaram da importância do Projeto e deram boas-vindas aos rondonistas.

Acadêmicos da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM e da Faculdade SEAMA já estão no terceiro dia de atividades voltadas às áreas da saúde, direito e cidadania, educação, tecnologia e produção, trabalho, meio ambiente, turismo e comunicação.

Oficinas e palestras estão sendo realizadas nos três turnos em escolas, centro de saúde, associações e secretárias do município, tais como Gestão de Projetos e Captação de Recursos, Reaproveitamento Alimentar, Educação Ambiental para Crianças, Horta Comunitária, Conselho de Merenda Escolar e Soluções para melhorias do Solo.

As atividades serão realizadas até o dia 31 de julho, dia da cerimônia de encerramento da operação no município. Os rondonistas retornarão a João Pessoa, no dia 01 de agosto, para reunião de avaliação, relato verbal e confraternização das 24 equipes das IES brasileiras participantes da operação Nordeste-Sul 2009, na Paraíba

CIODES



Quase 500 mil ligações em seis meses

A quantidade de trotes diminuiu mais da metade e relação ao 1º semestre de 2008. O mês de junho fechou com 45.051 ligações.

O Estudo realizado pelo Núcleo de Estatística do Centro Integrado de Operações de Defesa Social (CIODES) mostra que de janeiro a junho desse ano, foram registradas mais de 444 mil ligações para a Central. Desse montante, quase 100 mil são consideradas válidas. Com base no gráfico do ano passado, houve aumento de 12% no número de solicitações com essa tipificação. O Estudo também revela que 33% dos casos de Violência Doméstica chegaram ao conhecimento das autoridades de segurança. Para a coordenação do Centro, esse acréscimo é explicado pelo crescente número de denúncias, resultado de campanhas de combate à violência no âmbito familiar.

Menos trotes

Em contrapartida, o número de trotes diminuiu em mais da metade seguindo o mesmo comparativo, fechando o mês de junho com 45.051 ligações. Nos primeiros seis meses de 2008, foram registrados 96.820 trotes. Nesse mesmo período 200 pessoas contataram a Central com fins de agradecimento pelo serviço prestado. No geral, o CIODES recebeu 444.548 ligações de diversas naturezas. 4% a menos do que no ano passado. Das instituições de segurança pública que integram o CIODES, a Polícia Militar foi quem mais recebeu chamados, seguida do Corpo de Bombeiros, POLITEC e Polícia Civil.

Atendimentos de Emergência
O número de ocorrências que necessitaram da presença da Polícia Militar caiu cerca de 20% se comparado com 2008. Com relação aos atendimentos de emergência, nesse período de 2009, foram registrados pelo menos 194 incêndios, um a mais do que no ano passado. Desse total, 57 pessoas tiveram as casas carbonizadas e mais 21 proprietários perderam o automóvel por ocorrência de incêndios. O CIODES também registrou 29 tentativas de suicídio, 16 afogamentos, 120 inundações e mais 337 salvamentos de outras naturezas realizados pelo Corpo de Bombeiros.

417 ferimentos foram provocados por arma branca, em 2009, 411 em 2008. 46 ferimentos por arma de fogo em 2009 e 43 em 2008. Agressões foram 98 em 2009 e 96 em 2008. Aumentou em 6% o número de Acidentes de trânsito dentro desse mesmo comparativo semestral. Em 2008 foram registrados 1716, enquanto que até junho desse ano, 1824 chegaram ao conhecimento das autoridades competentes.

Violência no trânsito cresceu 19% em 2009

O primeiro semestre de 2008 acumulou 2.764 acidentes de trânsito em Macapá. Nesse mesmo Estudo apresentado pelo CIODES consta que em 2009 houve um aumento de 19% dos acidentes. Foram 3.316 atendidos em seis meses. O principal aumento se deu no horário entre 19 e 21 horas. Nos demais horários, os números permaneceram estáveis.
Mais de 2 mil acidentes tiveram vítimas parciais e 35 vítimas fatais. Os números se referem apenas à capital do Estado do Amapá. 728 choques envolveram dois ou mais carros, 42 envolveram carro e bicicleta, 269 envolveram carro e moto e em 48 acidentes estiveram envolvidos veículos oficiais.

O que mais surpreende é o crescimento de 118% dos acidentes envolvendo moto e bicicleta. 10 mortes (29%) decorreram de colisões entre carro e moto. De acordo com o comparativo por dia da semana, sábado e o domingo continuam com altos índices. Constatou-se que mais da metade ocorre nos finais de semana (sexta, sábado, domingo e madrugada de segunda). Pelo menos 1.065 ocorreram entre 18 e 0 hora, 1.020 foram registrados de meio dia às 18 horas e 403 ocorreram de meia noite às seis da manhã.

Violência Doméstica

Autoridades divergem sobre aumento de registros no CIODES

“Há dois lados que não se pode separar. Um deles é o aumento dos casos, e o outro é o aumento das denúncias”, disse o Coronel Edilelson.
Em matéria de violência doméstica contra a Mulher, o bairro do Congós, por dois anos consecutivos, foi o que mais registrou casos de agressões. Em 2008, 253 mulheres foram vítimas, e em 2009 esse número subiu 324 somente nesse bairro. Porém se agregarmos os quantitativos dos bairros, Cidade Nova e Perpétuo Socorro, os números alcançam o total de 437 casos. Tendo em vista essa análise, o Novo Horizonte aparece como a terceira região de maior incidência com 313 registros de conflitos familiares, onde a mulher é a vítima.
Divergências
As estatísticas revelam que, nesse primeiro semestre de 2009, 33% a mais de casos chegaram ao conhecimento das autoridades. Alguns órgãos de segurança, como a Delegacia de Crimes Contra a Mulher (DCCM), sob titularidade da delegada Josymaria Coelho, afirmam que essa elevação de percentual pode ser justificada pelo crescente índice de denúncias. A delegada acredita que o próprio trabalho da Polícia Militar tem servido de incentivo para que as mulheres denunciem seus agressores.

Contudo, o Tenente Coronel Edilelson, comandante do 6º Batalhão da PM, declarou que se sente temeroso diante do que está sendo reportado. Para ele, não é possível afirmar uma coisa ou outra sem que haja um estudo técnico adequado. “São dois lados que não se pode separar. Um deles é o aumento dos casos, e outro é o aumento das denúncias”, declarou.
Para o oficial do 2°BPM, Capitão Quaresma, a polícia se prende em situações de violência familiar e acaba deixando de atender outras solicitações. “Muitas ocorrências não são atendias por falta de disponibilidade de viaturas. Os casos se repetem porque, num primeiro momento, as vítimas chamam a polícia, mas preferem não ir até a Delegacia denunciar o agressor. Isso faz com que a violência volte a acontecer, fazendo com que a PM volte a ser chamada, por isso os números continuam crescendo”, opinou o Capitão.
Cidade Nova e Perpétuo Socorro
De janeiro a junho de 2009, 5.174 casos de violência doméstica foram notificados no CIODES, 3.880 em 2008. A estatística revela que grande parte ocorre no período entre 18 e 4 horas a madrugada. O coronel explica que os bairros Cidade Nova e Perpétuo Socorro são locais de baixa infraestrutura e renda, além disso, a facilidade de acesso a drogas lícitas e ilícitas é muito maior.
De acordo com ele, esses aspectos têm contribuído para classificar a região como de maior incidência. “Está constatado que na maioria dos casos atendidos pela Polícia, o álcool e outras drogas estão presentes. Durante as visitas solidárias realizadas pelos oficiais, observa-se, também, que há uma dificuldade interpessoal. Com base nisso, nós reunimos com diversos representantes da comunidade, e em Agosto será realizada uma caminhada em prol da paz social”, adiantou Edilelson.

O Estudo mostrou ainda que “Domingo é dia de apanhar”. 29% das ligações ocorreram nesse dia. De acordo com o gráfico, 33% das mulheres têm entre 35 e 64 anos de idade, 24% têm entre 18 e 24 anos e 6% têm entre 12 e 17 anos. 34% dos agressores são da faixa etária que vai 35 e 64 anos e 27% têm entre 18 e 24 anos. Em 18% dos casos, o agressor não é encontrado no local da ocorrência.
Novo Horizonte, Zona Norte
Uma equipe de Polícia Militar gasta em média 1 hora
e meia prestando atendimento em cada caso de violência doméstica. Roubo e outros crimes podem ser previstos, diz o Capitão Quaresma, e são possíveis de evitar mantendo a ronda ostensiva nas ruas. De acordo com o CIODES, o Novo Horizonte se apresenta como o terceiro bairro de maior ocorrência. De janeiro a Junho foram registrados 313 casos.
Para o Capitão, não há como prevenir a Violência Doméstica, se não por meio de campanhas. Ele declarou que a polícia não pode estar dentro da residência das pessoas, evitando que elas entrem em conflito. “As brigas no ambiente doméstico, que têm a mulher como vítima, iniciam com simples discussões. Na medida em que o tempo passa, a discussões são incrementada por ofensas, palavrões e depois agressões, até chegar no homicídio ou tentativa”, afirmou o Capitão.

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